A Saga Divergente é divida em três
livros: Divergente, Convergente e Insurgente.
Tá até ai todo mundo já sabia!
Sinopse de Divergente - Skoob
“
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação,
Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é
como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por
que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que
determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela
que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o
previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem
ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive
a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo
sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.”
Sinopse de Insurgente - Skoob
“Na
Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão
desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas
escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a
própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e
lealdade, política e amor.”
Sinopse de Convergente- Skoob
“A
sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou
– destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela
traição. No poderoso desfecho da trilogia Divergente, de Veronica Roth, a jovem
será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas
que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.”
Os dois primeiros são narrados em
primeira pessoa nos olhos de Tris, o terceiro livro é alternado entre Tris e
Quatro.
A escrita é muito fácil de ler e flui tranquilamente, tem como alvo o publico adolescente e suas duvidas de como seguir na vida, porém como nós desse blog não ligamos para esse tipo de rótulos, nós lemos quase tudo mesmo, resolvemos ler e mostrar para vocês o que achamos de isso tudo.
Curiosidade: Verônica Roth escreveu o 1º livro nas férias de inverno do seu ultimo ano de faculdade quanto tinha apenas 22 anos. E hoje com 26 anos já tornou-se uma das autoras mais vendidas da atualidade com a trilogia. Sem falar nos milhões que ela ganhou vendendo a saga para o cinema.
Os personagens principais são Tris e Quatro,
mas além deles temos outros personagens tão complexos quantos nossos
protagonistas, como Caleb: Prior irmão da Tris, Eric: Instrutor da Audácia,
Jeanine Matthews: É a Líder da Erudição, Peter: Transferido da Franqueza, Marcus Eaton: Pai de Quatro, Natalie Prior: É a mãe de Tris e Caleb, Andrew Prior: Pai de Tris e Caleb, Tori Wu: É oficialmente membro da Audácia, Albert "Al": Albert é transferido da Franqueza, Uriah: Nascido na Audácia e Christina: Tem 16 anos e pertence à mesma turma de iniciados de
Tris, de quem se torna melhor amiga. Sendo os dois últimos meus personagens
favoritos da saga.
Existem muitos outros, por que Verônica assim com George R. R. Martin não tem pena de matar personagens, e aparecem vários outros no decorrer da trilogia e ficaria aqui enumerando todos os personagens por um longo tempo.
Mas considerando os personagens principais, Tris se resume para mim, fãs não me crucifiquem, em uma Chata! Ficar na cabeça dela em alguns momentos foi tenso, porque não suportava (eu exagero às vezes, sorry!). Me irritava profundamente o fato dela achar que tudo que passa na cabeça dela era a melhor saída, as neuras, a as obsessões. Mas tenho que admitir ela é corajosa e se arrisca pelo o que ela acha importante.
Já o Quatro eu me apaixonei, sou dessas que me apaixono por personagens literários, acredito por vê-lo da ótica da Tris, que é apaixonada por ele. Nos dois primeiros livros adorei as atitudes dele, por isso quando vi que no terceiro livro teria o ponto de vista dele pulei, dancei e abri o livro com sorriso nos lábios e... fuén fuén fuén ... Um balde de água fria caiu na minha cabeça, descobri que Quatro (não consigo chamá-lo de Tobias) consegue ser mais chato que a Tris.
Em compensação amei Cristina e Uriah queria que eles existissem para tomamos um sorvete na esquina juntos.
Li os três livros juntos, terminava um
e começava outro em seguida, tudo em 06 dias, separá-los por livro fica um
pouco complicado para mim, considerando então que a história é corrida. Bem, me
deixa explicar melhor, não acontece como nas outras sagas que são separadas por
anos, como Harry Potter ou Jogos Vorazes que possui uma pausa entre um
acontecimento e outro. Em Divergente o próximo livro começa exatamente onde o
anterior terminou, entendeu!?
Então se a história possui meio começo e fim, Sim. O que não significa que eu concorde com o fim. O que senti é que a saga vai perdendo o ritmo. O primeiro livro você começa a se familiarizar com os personagens, a realidade do local, os problemas e depois no final pega uma ritmo ótimo de acontecimentos que continua no segundo, chega no terceiro e dá uma parada. O que me fez pensar inúmeras vezes em abandoná-lo. O que é o Convergente?! Só eu achei muito ruim?!
Vale. Você caro leitor deve pensar
nesse momento: “Mas você só reclamou até agora, não gostou da protagonista,
odiou o terceiro livro. Como pode dizer que devo ler o livro.”
Leitor não se zangue comigo, ok!? Mas o fato de está aqui resenhando esse livro já apresenta que eu acho sim que você deveria ler. Vamos fazer assim, vou listar meus motivos.
1º Se você é curioso, como eu, e quer ter a sua própria opinião sobre uma obra literária, leia e tem sua própria conclusão;
2º Gosto da idéia de solução para uma
sociedade falida, dominada por um sistema, governos corruptos, e na ânsia pelo
poder encontrar uma solução lógica (no caso as facções);
3º Se você leu Jogos Vorazes, amou,
está órfão, leia Divergente e perceba que formula esta ai. Então divirta-se!
Acredito que o livro tem a
formula para dar certo, por que a saga segue a linha da menina frágil e que
ninguém acredita nela (nem ela mesmo), que se apaixona pelo cara mais cobiçado
e perfeito e é retribuída. Essa moça frágil também de uma hora para outra
constrói uma força e uma verdade que sozinha luta contra tudo e todos para salvar
o “seu mundo” de acordo com seus ideais. E também a eterna briga do fraco
contra um governo opressor e autoritário.
Já vimos histórias parecidas em mil livros por ai, e sabemos que é sucesso garantido. E sim eu caio como um patinho nesses casos, e isso que me encantou em Divergente e que acredito que foi o que fez esse livro ser o Best- Seller que ele é.
Adoro um mundo distópico, e a forma como é apresentada a idéia das facções é muito boa, me convenceu de mais. Se você ler o primeiro livro e ficar com muitas dúvidas elas são esclarecidas nos próximos livros. Mas um ponto positivo para Verônica.
E as coisas nem sempre são óbvias, exemplo: Natalie Prior (a mãe da Tris) você lê os livros e fica: “- Gente ela não é da abnegação; - Gente ela nem nasceu em Chicago; - Gente esse velho babão amava ela!” o mesmo acontece com o irmão da Tris, Caleb, e até mesmo a mãe do Quatro, Evelyn.
O que me fez cansar da serie no final do segundo livro e no terceiro foi o repeteco, explicando melhor, no Divergente Tris e “sua turma” lutam pela tentativa de tomada de poder da Erudição por Chicago, em Insurgente eles lutam pela tomada de Chicago pelos sem facções e em Convergente pelos verdadeiros Ditadores, os militares responsáveis pela experiência. Isso me cansou.
Detalhes Pontuais!!
Gosto do romance Tris e Quatro por não ser meloso, isso faz com que você torça para que eles fiquem juntos, porem eles tem sérios problemas de comunicação.
A Amizade e seus banjos (Really Banjos!?) me irritam num grau sem definição, eles e seus acessos de alegria e neutralidade, com seus soros de felicidade (maconha, né?!).
Para mim um das coisas mais chocantes da saga foi o Al e sua mudança de atitude em se juntar com o Peter e tenta matá-la e no final se suicidar, fiquei anestesiada nesse pedaço, sei que foi um impacto singelo referente aos outros acontecimentos de maior relevância, mesmo assim me chocou.
Caleb é um dos personagens mais traíras que já se ouvi falar em livros, putz que cara Babaca, quis inúmeras vezes entrar no livro e meter a mão na cara dele.
Verônica tem sérios problemas com espaço, àquela caverna da Audácia, é uma coisa louca como todas aquelas pessoas que conseguem se dividir e formar dois exércitos, cabem no mesmo refeitório?
E aquele trem que roda a cidade
inteira, a uma velocidade fora do normal, continua funcionando no meio da
guerra dos sem Facções com os com facções? Consigo ver Evelyn dizendo em seu
plano de guerra : “ – Quero todos preparados para a guerra no entardecer, menos
os maquinistas, esse vão continuar nos trens.” Surreal!
Gente o que é a ciência da erudição? Eles criam soro de tudo, Soro Zumbi, Soro para apagar a memória e não tem nenhum celular, um ipad, qualquer coisa, gente cadê a tecnologia?!
Todo mundo morre, gente TODO MUNDO, pai, mãe, amigos, tipo até a Tris, como assim a protagonista morre!?! Não consegui acreditar. Menos Caleb, aquele ridículo.
Sobre o fim
Porque eu odiei tanto o ultimo
livro? Porque achei que Verônica se perdeu sinistramente, ela não só mata a personagem
principal (apesar de entender sua idéia de colocar a Tris sacrificando pelos
seus ideais e pelos os que amam) como mata de uma maneira boba, pois uma pessoa
que passou por tudo que ela passou morre bestamente.
Além disso, faz a Tris ter
confiança nas pessoas, mas sem sentindo, como exemplo o cientista que conta um
historia sobre a namorada morta e no irmão dela, o maior mau caráter EVER da
história, e não consegue sentar com o Quatro e falar: “- Ei Tobias, você que
esta comigo desde o inicio, que não virou a cara para mim, me ama e tals, você
acha que essa idéia é boa?” Não! Obvio que não, ela vai lá e morre por porra
nenhuma, por que sim tudo vai continuar na mesma bosta, já que o mundo é um
lugar corrompido por mudanças genéticas e pessoas que só visam o poder.
E ela (Verônica) também acaba com a personalidade do Quatro. Toda aquela força que ele tinha em busca da justiça, é destruída pela pura certeza que ele não é divergente.
Enfim, vi em algum lugar que o terceiro livro foi escrito depois da compra pelos direitos da obra para o cinema, assim acredito que a autora escreveu o ultimo livro bem rápido e por isso o final da serie e tão perdido no tempo espaço o que me faz pensar:
“Talvez um soro da verdade, reiniciando o experimento e fazendo todos voltarem a acreditar que existe apenas uma única cidade no meio do nada e sua definição de facção não seria a melhor opção do que descobrir que o mundo é um lugar podre de se viver?!” (Sabrina pensando que às vezes é melhor ser ignorante).
E com esse pensamento final eu termino, minha primeira resenha neste singelo blog, dizendo que sim, se vivesse no mundo “divergente” eu acho que até aceitaria ser da amizade, com suas drogas da felicidade e seus tocadores de banjos! (até me irritar com eles, óbvio)


Li todos os quatro livros EM MENOS DE 4 dias, praticamente absorvi. Fiquei completamente obcecada até terminar. Quanto arrependimento! Quis me jogar da varanda, mas como moro no primeiro andar o dano não seria o suficiente pra esquecer o final ridículo!!! Sério, quase virei do avesso de tanto ódio. Espero um dia superar o trauma.
ResponderExcluirClaudia, compartilho do seu sentimento! Eu simplesmente não acreditei! Fiquei virando página por página do último capitulo esperando que fosse alguma piada de mau gosto da autora! Mas era aquilo mesmo! Xinguei demais aquela mulher!
ExcluirObrigada por comentar! ;)