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2 de março de 2015

Nós lemos Chick-lit: Desaparecida - Catherine McKenzie

(Foto da minha estante com o livro)


Lembra que falei sobre a minha Ressaca Literária? Não, então leia o post “Um pouco de como eu curo a MINHARessaca Literária".
Já leu?! Voltamos à programação normal deste post.
Fui à livraria direto na sessão de Chick-lit e comprei o livro pela capa (que achei linda), e pela idade da protagonista (não aguento mais livros de menininhas de 16 anos).

O livro:
Desaparecida de Catherine McKenzie conta a história de Emma (34 anos), que após sua mãe morrer, única parente viva, descobre que sua herança era uma viagem para a África. Assim Emma pega férias do seu emprego em um grande escritório de advocacia em New York, nas vésperas de virar sócia, e vai passar um mês na África.

Porém, Emma fica doente, tem um terremoto e, bem, ela só volta da África depois de 06 meses. Quando volta descobre que foi dada como morta. Outra pessoa mora em seu apartamento, seu emprego já era e seu namorado tem outra namorada.

Emma se vê tendo que lutar para ter sua vida de volta. E claro, tem uma melhor amiga fofa e um cara lindo chamado Dominic (nome péssimo).

O que achei:

O livro me atendeu exatamente para o que eu queria: me livrar de uma ressaca literária. A história é cliché? É! Isso é ruim? Não... Por que é um cliché gostoso de ler.

Emma é adulta, e tem pensamentos adultos e se comunica com o resto dos personagens, o que me deixa muito feliz (tenho sérios problemas com personagens que não se comunicam) e a sua procura por se reafirmar na vida é bem legal.

Tem aquele quê de romance gostoso de ler, os momentos com Dominic e Stephane  são ótimos.

O que dizer de Dominc? Ele é Irlandês! Precisa dizer mais alguma coisa!? Gente, amo personagens Irlandeses em Chick- lit.

                                               (irlandês de outra obra para ilustrar - E porque Gerard Butler nunca é de mais)

O livro marcou minha vida? Não... Mas recomendo com amor no coração.






11 de agosto de 2014

Dizem por aí – Jill Mansel



O livro começa com um pé na bunda. Do tipo que a personagem chega em casa e tá tudo vazio, o cara se mandou e demora pra cair a ficha de que acabou. Mas o que mais gostei nisso é que a Tilly, a chutada, na verdade se revelou mais preocupada em como iria pagar o flat que dividia com o ex que com o término do relacionamento em si.

Daí que ela então resolve dar uma espairecida e vai visitar a amiga Erinna cidade interiorana de Roxborough, em Costwolds.  Quando está praticamente para ir embora da cidade e voltar pra sua vidinha, ela esbarra com um anúncio no jornal que a deixa intrigada.

"Garota faz-tudo, emprego divertido em casa de campo."

Ela liga, deixa recado na caixa postal e se encaminha para a estação de trem para ir embora. Nesse momento então recebe um retorno do recado e é chamada para uma entrevista. Ela então conhece os maravilhosos Max e sua filha Lou. Eles são tão bem humorados e sinceros que conseguem convencer Tilly a abandonar sua vida na outra cidade e ficar com o emprego que incluía cuidar de Lou e da casa e eventualmente ajudar Max em seu negócio de decoração.

Daí então a história começa a se desenrolar e vamos conhecendo mais dos personagens incríveis da pequena Roxborough e um deles se destaca: Jack Lucas.

Jack Lucas é um viúvo conhecido por sua fama de mulherengo. Todas as mulheres da cidade se derretem por ele e vivem na expectativa de se tornar a mulher que fará com que o coração dele se derreta e ele pense em casar novamente.

Acontece que Jack Lucas é parceiro de trabalho de Max. Jack compra imóveis antigos e os reforma enquanto Max o decora para que o preço do imóvel se eleve. Então Tilly passa a conviver com Jack e como toda mulher que se preze, começa a se sentir atraída pelo gato cafajeste.

O bacana é que o livro não é centrado apenas centrado na história de Tilly, mas conta de forma aprofundada os dilemas interno e sociais de outros personagens como Erin, Max e até mesmo o próprio Jack Lucas.

Oi! Bem vindo a Bluebell! Prazer, Wade! 


Roxborough me lembrou muito Bluebell que é a cidade fictícia de um seriado que eu amo: Hart Of Dixie. Aquela cidade pequena onde figuras estranhas convivem e todo mundo sabe (e fofoca) da vida de todo mundo. (aliás fica a dica! Seriado mulherzinha dos melhores!)






Para mim esse é um dos grades méritos da autora nesse livro, a narrativa não é nem um pouco monótona ou clichê pois conta em terceira pessoa os dilemas de todos os personagens criando pessoas tão reais e legais que não tem como não se envolver!

Temos Kaye que é uma famosa celebridade de Hollywood e ex-esposa de Max (que é Gay!)e mãe de Lou e que está passando por um momento terrível na carreira por ter se envolvido num acidente que a transformou na “demônha” de hollywood!

Temos Stella que é dona de uma loja de peças de decoração e que é ex-esposa de Fergus que está tendo um caso secreto com Erin, amiga de Tilly. Stella é uma pessoa louca e barraqueira então imagina a confusão!

Como disse, o bacana é que o livro conta as histórias de todas essas pessoas e nos deixa a par de todos os sentimentos, alimentando o leitor como se fosse um grande fofoqueiro daquela pequena cidade. A gente fica por dentro de todos os “babados".


Outra estrelinha para a autora que abre e fecha arcos de todas essas histórias de diversos personagens lindamente. Alguns de forma cômica, outros de forma emocionante.

A história me prendeu do começo ao fim! Dei muitas gargalhadas e até me emocionei. E claro, me apaixonei pelo Jack Lucas. (Mentira, tá, marido!? Te amo)

Dizem por aí é um livro de mulherzinha! Desses pra ler e relaxar com uma história gostosa, cativante e se preocupações. Como eu disse foi um livro que me prendeu desde as primeiras páginas e eu não consegui largar!  É daqueles livros que você vai vendo que a história está se desenrolando ainda e faltam tipo 15 páginas para acabar. Não sei vocês, mas para mim isso é angustiante!

Eu adorei, tenho o livro e vivo emprestando ele para as amigas porque é realmente muito gostoso de ler! Recomendadíssimo!







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